Quando a cultura gera pertencimento
- 24 de fev.
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Muito se fala sobre cultura organizacional, mas pouco se discute sobre o que, de fato, faz uma cultura ser vivida. Ao longo da minha trajetória profissional, aprendi que o pertencimento não nasce de discursos bem formulados, mas de experiências reais, de relações construídas no cotidiano e de valores praticados de forma consistente.
Hoje, tenho mais de 30 dedicados à mesma empresa, e lembro que quando cheguei, ainda muito jovem, trazia uma visão limitada sobre o mundo corporativo. Na época, eu acreditava que o empresário tinha apenas uma visão unilateral. Foi nesse contexto que conheci o Seu João Melo, e ali minha percepção mudou profundamente. Não só pelo que ele ensinava, mas pelo modo como se relacionava com as pessoas. Havia, em cada interação, uma lógica clara de ganha-ganha, de cuidado genuíno e de respeito mútuo. Não se tratava de filantropia, mas de justiça nas relações.
Essa filosofia não vinha formalizada em um manual. Ela se manifestava na escuta, no espaço dado às ideias, na valorização das pessoas e na compreensão de que resultados sustentáveis só são possíveis quando todos crescem juntos. Foi isso que me encantou, e que, ao longo de mais de três décadas, vi encantar tantas outras pessoas.
Hoje, ao olhar para uma empresa que completa 100 anos de história e reúne mais de 3.500 colaboradores, fica claro que o senso de pertencimento não é um acaso. Ele é consequência de uma cultura construída coletivamente, tijolo por tijolo, por lideranças e equipes que se reconhecem nessa filosofia e desejam contribuir para mantê-la viva.
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